Hoje foi o meu dia mais feliz

Apesar de saber que estamos vivendo numa época mais visual do que qualquer outra coisa, este texto vai sem ilustração mesmo. Primeiro porque sou muito desligada e depois, porque..não tem depois não.

Meu filho Ian (15), quando era criança, costumava repetir, com bastante ênfase: “hoje foi o meu dia mais feliz”. E isso ele dizia todos os dias e sempre tinha uma explicação empolgada e justificável para tamanha alegria. Às vezes, o motivo vinha de presentes que ganhava, como”bila de gude” e “pião”.

Hoje, aproveitei pra pegar a expressão emprestada, pois, foi a minha vez, tive o meu dia mais feliz. Já acordei com vontade de ser feliz e logo pensei: já sei! Depois de tomar café, me agarrei com a vontade e segui em passos firmes. Cheguei muito rápido. O meu destino fica a poucas casas da minha. Basta dobrar na primeira esquina que logo surge a casa de mainha!

Tava com saudade de passar um dia por lá, de bobeira. E foi o que aconteceu. Na companhia de mainha, tia, irmãos, cunhados, cachorro que não para de latir e sobrinhos correndo pra lá e pra cá regado por almoço, bolo de caco, café, chá, tapioca, rapadura e broa. Pacote completo!

Um dia sem expectativas, onde o foco era somente estar perto dos meus e nada mais.  E o resultado foi um só: “hoje foi o meu dia mais feliz”.

 

 

 

17 thoughts on “Hoje foi o meu dia mais feliz

  1. A felicidade está nas coisas mais simples e raras. ” Um dia feliz …. as vezes é muito raro….” Show de bola Romye!

  2. Realmente um dia feliz. Nossa base nos norteia, e creia, o norte vem de quem mais amamos e menos percebemos. Mas o bolo está com o ingrediente muito subjetivo amada. kkkk. Amo ler suas coisas. Felicidades sempre.

  3. Nossa Romye me deu saudades de quando fui aí e fiquei na sua casa. De vez em quando fazia esse percurso e ia lá conversar com tia Clisete e tomar uma geladinha (cerveja) com ela batendo aquele papo descontraído acalorado. Saudadessssss…..!!! Na casa de tia Clisete tem muitas mangangas boas, assim como na sua. Saudades do meu povo de Jampa e também do meu povo do sertão maravilhoso (Pombal). Preciso dá uma escapulida aqui e vê meu povo aí. Obs: após o falecimento de pai (Onézimo, irmão de tia Clisete) dei um tempo nas leituras retornando agora. Amei ao vê as fotos de vocês no aniversário de Esmerina postados no seu blog.

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